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sábado, 21 de janeiro de 2012

o recomeço

Dizem que toda volta é um recomeço. Toda manhã se apresenta como recomeço. Pois bem, pensando assim, estamos recomeçando o ano letivo logo logo e nessa história de comprar livros mochiclas, cadernos e lápis percebo mais uma vez, quase incrédula, o quanto as meninas estão independentes, autônomas. Como gostam de escolher  os cadernos e suas capas. Mas eu achei muito interessante a conversinha delas entre uma gôndula e outra :
_Lis, vc gostou desse aqui?
_ hum, é bonita. Mas acho que a gente podia levar assim ó. (mostrando o caderno de capa lisa, sem absolutamente nenhum desenho)
_ Sério, Lis? Tão simples?
_Claro! assim a gente pode personalizar a capa e colocar com fotos e adesivos.
_boa!!!!! adorei a idéia.

aqui estou eu.... mãos a obra. Quando ficarem prontos eu posto as fotos.
xx, mamàe.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

almoço dos Sonhos

"Mamãe, faz um almoço super especial?"
Sim, mas o que seria?
"Arroz, feijão, carne moída e ovo frito"
Assim ficou fácil fazer almoços especiais...
(Lis e eu na terça passada)

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

o banho de banheira

Com o vovô a conversa é diversão. Tem derrubada (leia-se: "ir à venda comprar de todos os doces em quantidade ilimitada") e tem banho na banheira da madrinha. Elas enchem a banheira, colocam as espumas e tem que chamar o vô para ligar a hidromassagem... Dessa vez foi engraçado, os furinhos estavam virados pra cima e, ao ligar, espalhou água e espuma por todos os cantos do banheiro, molhou pai, mãe, vó e vô. Foi uma gritaria, uma molhadela...
Se a madrinha estivesse lá entraria em crise ao ver o banheiro dela. Calma, "madra", a gente limpou tudo e ficou impecável.
Mas que foi engraçado, foi!

alguns sustos no caminho

 Férias tem que ter banho de cachoeira, de piscina, de riacho. Tem que ter passeio na natureza, ou como diria os primos mais velhos "uma aventura". A chuva não deu trégua, mesmo assim foram vários os momentos de diversão. A caminho da cachoeira, o papai das chicas encontrou uma cobra, se fosse a mamãe o escândalo teria sido gigante,  o desespero total. Como foi o papai, com a calma tibetana que lhe pertence, a coisa foi mais tranquila pois apenas espantou a cobra para o riacho. E lá na frente estava a cachoeira, linda e majestosa como sempre... 
 Brincadeiras na piscina foram muitas, com priminhas, primonas, primos... uma festa. Foi tanto que a Lu, sem querer - obviamente-, acertou (numa combinação muito improvável de joelhos e ouvidos) a orelha do primo André. Pobrezinho, sentiu muita dor e teve a membrana do tímpano comprometida. Num primeiro teste  deu deficiência de 22% na audição, mas vem melhorando gradativamente e  eu tenho fé que ele vai ficar bom. Nem contei pra Lu que foi o joelho dela, a chica ficaria arrasada, e ele já já fica bom. 
 O terceiro e último grande susto foi com o gatinho "Miojo", ele chegou na roça pelas mãos do primo Dani, após uma noite de balada (balada, gato??? coisa estranha e combinação inusitada). O fato é que o gatinho ganhou lugar cativo no coração e no colo das meninas. Luísa tinha alergia, depois da overdose de pêlo de gato acho até que adquiriu resistência... Todos seguraram muito esse  gato. O pobre bichano vai ficar 3 meses descansando da sova. Em umas das noites, eu saí para um jantar na casa da minha amiga e deixei as Chicas com a Tia Lu e primas... teria sido perfeito se, no meio da história, a pequena Lu não tivesse tido a ideia de enfeitar o Miojo. Pegou uma pulseira de menina e enfiou no pescoço do gatinho. Entrou, mas não saiu... Foi alicate, sangue, arranhados, gritaria, bronca das primas, até que o salvador da pátria Tio Wilson (com ajuda da Tia Lu) salvou o gato. Quando eu cheguei a pequena desabou num choro gigante de arrependimento e desabafo. Ôh meu bem, que levadeza heim?! Não fiquei brava com ela, nem precisou.
Quando argumentei ela respondeu dissimuladamente: "achei que era um pano, ou uma toalha felpuda, não o gato" (putsss, era mais fácil admitir que tentou enfeitar o gato)
Histórias de infância, né?

miau.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

longe e perto

É muito bom poder sair de ferias, revigorante estar entre os que são nossos queridos, estar com a família é sempre um ponto muito positivo em nossa existência. Aliás, esse e um ponto interessante: morar longe. Todos me perguntam se eu gosto de morar longe da família, é claro que a resposta é sempre "não". Eu adoro minha casa, gosto de Brasília, mas morar longe.... hum.... viver longe da família nos priva da convivência, e sem  ela, muitos laços se perdem, essa é uma queixa. Tem o lado positivo de viver longe, claro que tem, mas não é exatamente tranquilo. Lamento pela pouca convivência das meninas com as primas, avós e tios. Mas como nao se pode ter tudo na vida, sempre digo que viver longe tem seus pontos positivos e negativos. E a lista de ambos seria imensa, melhor nem numerar.
Achei bonitinho e um pouco triste quando as chicas, durante a viagem, questionam:
"Mas vocês tiveram uma infância com primos e avós, a gente não tem". As duas concordam e se completam em frases parecidas. A gente explica que os tempos são outros e que nosso "lugar ao sol" precisa ser um pouco mais longe,  que sempre poderemos ir ver a família,  que nem é tão longe assim e que o mais importante é nunca perder a família de vista.
Longe dos olhos, perto do coração, como diria a canção.
Os dias pós retorno são meio melancólicos, por isso a postagem tem um tom de saudade.
mas estamos todos bem e já começamos a fazer novos planos para 2012.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

fim

Fim de férias. Retorno rapidamente com os textos, vou apenas desfazer minhas malinhas.